World Poets Society W.P.S.

Querida Beatriz,

Se encuentras algo incorrecto en la tradución para español, Por favor, siéntase libre de corregir, ¿de acuerdo? A veces me escapa ... Lo mismo hago yo al portugués con usted.

Besos!

Estaciones

Yo quiero encontrarme de nuevo en ti
Espero esto con la plenitud
De una flor que nace en primavera.

Porque este mi frescor,
Este nuestro amor,
Hace con que esta flor
Surga con colores y sin espinas
Cresciente y cada vez más hermosa.

Espero siempre encontrarme en ti
En cualquier momento y ocasión
Y que nuestro amor resista de verano hasta la nueva primavera.

Sin embargo,
Debemos ponernos de acuerdo:
No siempre una flor vive enbajo de la misma estación!

Proceden los días de otoño de nuevo.
Cuando caen los pétalos nuestros.
Pero es así con todo tipo de flor
Y amor.
Lo que importa
És saber resistir!

Y cuando nuestras espinas brotarem
Es necesario que no nos dejemos herir,
Así como tenemos que resistir a el invierno.
Y sólo entonces
Es que podemos nos encontrar de nuevo y verdaderamente.
Yo en ti y vos en mí.

Porque aunque ambos sabemos
Que hay difíciles días de otoño e invierno,
Debemos creer que viveremos enbajo de nueva primavera.

Es necessario considerarmos los desacuerdos
Y tratar de encontrarmos un nuevo camino
Aunque no hay oportunidad mejor de aprendizaje.
Que hacer frente a esta caída de pétalos
Y también a nuestras propias espinas.

Estações

Quero encontrar-me em ti novamente
Anseio isto com a plenitude
De uma flor nascida em primavera.

Porque esse meu frescor,
Esse nosso amor,
Faz com que essa flor
Surja colorida e sem espinhos
E cresça cada vez mais bela.

Espero sempre encontrar-me em ti
Em qualquer momento e ocasião
E que o nosso amor resista do verão à nova primavera.

Contudo,
É preciso convir...
Nem sempre uma flor vive sob a mesma estação!

Hão de chegar os dias de outono novamente.
Onde as nossas pétalas cairão.
Mas é assim com toda espécie de flor
E de amor.
O que importa
É saber resistir.

E quando os nossos espinhos brotarem
É preciso que não nos deixemos ferir,
Assim como é preciso resistir ao inverno.
E só assim
É que poderemos nos encontrar novamente e de verdade.
Eu em você e você em mim.

Pois muito embora nós dois saibamos
Que há dias difíceis de outono e inverno,
É preciso acreditar que viveremos sob nova primavera.

Precisamos encarar os desencontros
E tentar encontrar um novo caminho
Posto que não há chance maior de aprendizado.
Do que enfrentar toda essa queda de pétalas
E também os nossos próprios espinhos.

© Oscar Calixto

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A Sina das Coisas

Um dia serei o infinito
A brisa da madrugada
O pó da terra de onde nasce a planta
O texto de um livro que já fôra lido
Um dia serei o vazio do abismo
O brilho da estrela no céu
O som da onda do mar que quebra na praia
Ou um pé de eucalipto.
Um dia romperei a barreira do som
E já não mais serei ouvido
Um dia serei o próprio raio de sol
A luz da manhã
O perfume das rosas
E o adeus num filme muito antigo
Um dia
Um dia
Quem sabe...
Voltarei ao princípio.

El destino de las cosas

Un día yo voy a ser el infinito
La brisa de la mañana
El polvo de la tierra donde se desprende la planta
El texto de un libro que se ha leído
Un día yo voy a ser lo vacío del abismo
El brillo de la estrella en el cielo
El sonido de las olas del mar que rompen en la playa
O un pie de eucalipto.
Un día yo voy romper la barrera del sonido
Y ya no más voy a ser escuchado
Un día, yo voy a ser el rayo de sol
La luz de la mañana
El aroma de las rosas
Y el adiós en una película muy antigua
Un día
Un día
Quién sabe ...
Yo voy a volver al principio.

* Foto by Talitha Manu

©Oscar Calixto
www.oscarcalixto.com.br

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SIN ABRIGO
Mi alma sin abrigo,
queda al viento,
tímida escribiendo,
cantos al corazón.

Reto a la alegría,
reto al amor,
porque imposible es,
no sentirte,
no evitarte,
no amarte.

Te busco en el aire,
en el sol, en versos,
me lleno de tu esencia
entre menta y limón.

Mi alma sin abrigo,
queda al viento,
esperando que quieras
cubrirme con besos.

©Beatriz Valerio



SEM ABRIGO

Minha alma sem abrigo,
É o vento,
tímida escrito,
cantos para o coração.

Desafio de alegria,
desafio para o amor,
porque é impossível,
não se sentem,
não evitar,
Não te amo.

Estou procurando no ar,
no domingo, no verso,
Estou cheio de sua essência
entre limão e hortelã.

Minha alma sem abrigo,
É o vento,
esperando que você quer
cobrir com beijos.

©Beatriz Valerio

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Oscar Calixto said:

Oscar Calixto said:
Chuva

Banho-me com a chuva que cai dos teus olhos
Banho-me com teu sorriso
Com teu cheiro
Arrepiando-me no doce e delicado toque dos teus dedos.
Transitando pelo meu corpo bem devagar.

Perco-me no tempo
Ao som de um velho disco que ouço
Inebriando ainda mais o que sinto
O que vejo
Despertando meu desejo
Enquanto tomo uma xícara de chá

Quisera plantar-me em teu peito
Ser o teu lado direito
E nunca mais ter que imaginar

Quisera tomar em minhas mãos os teus medos
E transformá-los todos
No mais puro de teus anseios
Quisera eu podê-los te dar.

Mas, por mais que transitem as horas
Por mais que mais eu queira te dar
Resta-me apenas contentar-me com os sonhos
Na esperança de um dia te encontrar.

Lluvia

Me baño con la lluvia que cae de tus ojos
Me baño con tu sonrisa
Con su olor
Horrorizome en el dulce y delicado toque de los dedos.
Moviendose por mi cuerpo muy lentamente.

Me pierdo en el tiempo
En el sonido de un viejo disco que pongome a escuchar
Dejando hasta más nervioso lo que siento
Lo que veo
Despertando mi deseo
Aunque yo tomo una taza de té

Quiería plantarme en su pecho
Ser su lado derecho
Y nunca tiener que imaginar

Quiería tener en mis manos todos sus miedos
Y cambialos todos
En el más puro de sus deseos
Quiería tener como dalos a ti.

Pero, por lo más que tránsite las horas
Por más que mucho yo quiera darte
Sólo puedo contentarme con los sueños
En la esperanza de un día encontrarte.

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O Codinome do Amor

E em tudo que do amor me foi dado
É certo que não sai de mim qualquer trocado!
Guardo-o escondido, invisível e camuflado.
Para que não haja risco de alguém tomá-lo.

Disso tudo, resta-me o nome de egoísta
Ser, até posso, mas desta forma minha, intimista,
Que deseja o amor puro só e calado.
Mas somente esse amor que cuja presença já nos basta.

Sem promessas homéricas, sem dívidas, de maneira casta.
Sem trocas, cobranças, achismos, sequer palavra!
Desejo o amor virgem, que não quer nem cobra nada.
Amor que não critique e que não seja criticável.

Amor assim é amor!
E é por isso que amo muito e amo a todos, sem receio!
Mas guardo, de tanto amor, somente o que de bom me foi dado!
Para dar aos outros somente o trato puro desse amor selecionado.

O amor sem feridas, sem garras nem farpas.
O amor sem medidas, sem medo, sem nada.
O amor sem rotina, que nunca se abala, que não se arrisca e nem se arrasa,
Um amor ingualável! O amor do amor inevitável!
O amor que se encontrá-lo, não sei nem que nome devo dá-lo!


El Código del Amor

Y en todo que del amor que me dieron
Es Cierto, que no sale de mi cualquier centavo!
Mantengolo oculto, invisible y disfrazado.
Para que no haya riesgo de alguien quierer tomarlo.

De todo, me deja el nombre de egoísta
Ser, hasta que puedo, pero de esta mi forma, íntima,
Usted desea que el amor puro y único mudo.
Pero sólo este amor que en su presencia ya sea suficiente.

Sin promesas homéricas, sin deuda, de manera casta.
Sin cambios, sin cobro, sin interferencias psicológicas, incluso palabras!
Quiero el amor virgen, que no quer y no cobra nada.
El amor que no se crítica y no puede ser criticado.

Amor así es amor!
Y es por eso que amo muy y amo a todos, sin miedo!
Pero guardo, de tanto amor, sólo lo que de bueno se dio a mí!
Para dar a otros el tratamiento puro que del amor, he seleccionado.

Amor sin heridas, sin garras o barbas.
Amor sin medida, sin miedo, sin nada.
Amor sin rutina, que nunca he estado batido, que no arriesgarse y no se destruye,
Un amor ingualável! El inevitable amor de amor!
El amor que si encuentralo, no sé como llamalo!

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Tu recuerdo y el mar

El mar que me embriaga
me envuelve en las olas,
me mece en sus brazos
y me trae tu recuerdo.

A cuerpo tendido,
me dejo ir inundando,
me voy colmando apenas,
infinita, cercana, tuya.

Has olvidado mis formas,
mi piel ya no es igual,
soy mujer madura, cuerda,
si me vieras hoy, amor.

Ha pasado el tiempo,
también las distancias,
mis dolores, mis heridas,
mis amores, mi vida toda.

El mar te ha traído a mí,
y siento tan o más que ayer,
aún un nudo me atraganta,
me dejas una sed doblada.

He querido olvidarte
perdida en versos,
todo me recuerda a ti,
porque te sigo amando...

©Beatriz Valerio


Sua memória e do mar

O mar que me embebedar
Eu envolto em ondas,
rock-me nos teus braços
Trago suas memórias.

Um corpo deitado,
Estou indo a inundação,
Acabei de preencher,
infinito perto teu.

Esqueci minha maneira
minha pele não é a mesma,
Sou uma mulher madura, corda,
se eu vi hoje, amor.

Ele passou tempo
também a distância,
a minha dor, minhas feridas,
meu amor, minha vida inteira.

O mar te trouxe até mim,
e sentem-se tão ou mais do que ontem,
ainda engasga-me um nó,
deixe-me uma sede fletida.

Eu queria esquecer
versos perdidos
tudo me faz lembrar de você,
porque eu te amo ...

© Beatriz Valerio

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Marinheiro de Esperanças

Solto meu barquinho no mar
Solto está meu coração a navegar
Em meu barquinho que vai repleto de lembranças
Os marinheiros fazem danças
Em alto mar a navegar

Vai, meu barquinho, vai...
Singra o turvo mar
Vai, meu barquinho, vai...
Leva consigo a esperança
De um novo tempo que já vai chegar

Pede ao teu capitão para ser bondoso
Pede a ele para não demorar...
Não fazer ninguém andar sobre a prancha
E nem cair em alto mar.

Vai, meu barquinho, vai...
Ergue mais alto as velas
Para um melhor navegar
Vai, meu barquinho, vai...
E vê se não desmancha
Leva contigo esperança
Para a terra em que atracar.

Marinero de Esperanzas

Suelto mi barco en el mar
Mi corazón es libre para navegar
En mi barco que vai lleno de recuerdos
Los marineros están bailando
En alto mar a navegar

Vai, mi barco, vaya ...
Singra el barroso mar
Vai, mi barco, vaya ...
Llevar la esperanza
De un tiempo nuevo que vai llegar

Pide a su capitán que se porte bien
Le pide para no se demorar ...
No hacer ninguén caminar a bordo
O caer en alto mar.

Vai, mi barco, vaya ...
Suspenda las velas
Para mejor navegar
Vai, mi barco, vaya ...
Cuide para no si cortar
Conduce contigo la esperanza
Para las tierras en que atracar.

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